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Miguel Jerónimo Web Blog

Um espaço com conteúdos diversos!

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A vila de São Vicente da Beira

A História:

A vila de São Vicente da Beira foi fundada por Dom Afonso Henriques, em 1173, no âmbito da sua cruzada contra os Árabes, na Península Ibérica. As suas origens perdem-se na Idade do Bronze – cerca de 4.000 a.C. –havendo, ainda, muitos vestígios dessa época. Passaram por aqui os romanos, os suevos e os visigodos. 

Constituiu concelho independente até muito recentemente. Agrupava uma área de certo relevo económico e político, que incluía algumas das actuais freguesias do concelho. Apenas com uma reorganização administrativa do País, em 1895 (a chamada reforma centralizadora de João Franco), o concelho foi extinto, depois de sete séculos de independência administrativa e política.

A povoação recebeu o Foral de D. Sancho I em 1195, com o objectivo de ser povoada. 

Este foral fez de São Vicente da Beira um dos grandes concelhos portugueses da Idade Média.O chamado sistema da “grande municipalização”, que privilegiou sobretudo a raia, numa tentativa de defesa das fronteiras nacionais. Por volta do século XIII, a freguesia e respectivo termo pertenceu a D. Pedro, Conde de Barcelos e filho de D. Dinis. Viveu ali durante alguns anos, num paço construído exactamente com essa função, e do qual nada resta hoje.

Outros forais se seguiram ao primeiro: o de D. João II, em 20 de Agosto de 1469, e o de D. Manuel I, em 22 de Novembro de 1512. Por esta época, o concelho de S. Vicente era constituído pelas seguintes freguesias: Almaceda, Louriçal do Campo, Ninho de Açor, S. Vicente da Beira, Sobral do Campo, Tinalhas, Freixial do Campo e Póvoa de Rio de Moinhos.

Já durante a segunda metade do século XIX, a vila entrou num declínio considerado irreversível.

Em 1871, perdeu as freguesias do Freixial e Póvoa, e em 1877 Sobral do Campo e Tinalhas, ficando reduzida às quatro primeiras, acima citadas. Com a regressão demográfica e a abolição dos morgadios, foi impossível manter a independência do concelho, que em 1895 foi extinto. As suas freguesias foram integradas em Castelo Branco. Um dos primeiros factos “estóricos” relativos a esta freguesia data de 1173. D. Afonso Henriques, ao que nos diz a lenda, recebeu um grupo de homens-bons da localidade, que procurava nome para uma terra que começava a receber os seus primeiros habitantes depois de largo espaço sem população. Parece que ao primeiro monarca português terá respondido: “Que se chame S. Vicente”, em homenagem às relíquias do referido Santo, que nesse dia era trasladado da Igreja de Santa Justa para a Sé de Lisboa.

O Brasão é composto “por escudo de prata, castelo negro lavrado a ouro, aberto e iluminado no campo, tendo na porta, em grande arco abatido, cavaleiro envergando armadura completa com elmo e sua montada, tudo de negro, realçado de prata; acantonados em chefe, estrela de seis pontas de azul e minguante de vermelho; em ponta, barco de negro realçado de ouro, com dois corvos de negro, o da dextra volvido, um à proa e outro na popa. Coroa mural de prata de quatro torres, listel branco e a legenda a negro de S. Vicente da Beira”.
(Texto retirado de: http://svbeira.no.sapo.pt/historia.htm)

Localização:

A vila situa-se na Beira Baixa, no sopé da Serra da Gardunha, a uma altitude de 700 metros. A uma distância de 30 km da capital de distrito, Castelo Branco, esta povoação oferece uma alternativa à zona urbana.

Dispõe de uma área de 100,55 km² e de acordo com os censos de 2001, tem 1259 habitantes, o que equivale a uma densidade populacionar de 12,5 hab./km².

Tem como via de acesso directo, a Auto Estrada (A23) que posteriormente fornece ligação à N352, que o leva à Vila de São Vicente da Beira.

A saída a utilizar na A23 é a que indica a direcção de Alcains, logo após a Estação de Serviço no sentido Sul-Norte.

Neste momento a Praça Central conta com um novo arranjo do espaço, totalmente renovado e mais contemporêneo.

Veja a Galeria de Fotos

 

 

O Movimento Escutista

Em 22 de Fevereiro de 1857 nasceu em Londres, Robert Stephenson Smith Baden-Powell, que mais tarde seria famoso como fundador do Escutismo.

O Movimento Escutista nasce em 1907, no decurso do Acampamento na Ilha de Brownsea. Rapidamente o Escutismo alastrou-se por vários países do mundo. Em Portugal o Escutismo deu os primeiros passos ainda no território de Macau, em 1911, tendo os seus impulsionadores regressado ao nosso país e fundado, em 1913, a Associação dos Escoteiros de Portugal. O Corpo Nacional de Escutas-Escutismo Católico Português, veio a ser fundado 10 anos mais tarde, em 27 de Maio de 1923, na cidade de Braga.

O Escutismo, nascido na Inglaterra, não respeitou fronteiras, e já em 1920, em Londres, reuniram-se num grande acampamento Escuteiros de várias nacionalidades.

Foi neste primeiro acampamento mundial, denominado Jamboree, que 20.000 jovens aclamaram Baden-Powell como Chefe Mundial. Desde então, o crescimento do Escutismo foi grande e nem as duas guerras mundiais conseguiram enfraquecê-lo. Depois de vários anos de dedicação ao Escutismo, viajando pelo mundo e fundando Associações Escutistas em vários países, Baden-Powell sentiu as suas forças escassearem.

 

Retirou-se então para uma propriedade que possuía próximo da cidade de Nairobi, no Quénia. Ali, na companhia da esposa, dividiu o tempo entre pintura, a numerosa correspondência e as visitas de amigos.

Faleceu na madrugada de 8 de Janeiro de 1941 enquanto dormia, deixando para nós, Escuteiros do mundo, não só uma enorme exemplo humano mas também uma última mensagem...

Este é apenas um pequeno resumo, de uma vida recheada de grandes momentos.

Um exemplo de vida a seguir... uma figura intemporal!

O meu Currículum Vitae

Nome: Miguel José Pereira Veringer Jerónimo
Naturalidade - São Cristovão e São Lourenço - Lisboa
Residência - Ramada - Odivelas
E-mail:mig_jer@hotmail.com
Dados Pessoais:

Data de nascimento: 03-02-1977
Carta de Condução de Ligeiros, emitida por D.S.V. Lisboa, em 26/02/1996
Situação Militar Regularizada

Habilitações Académicas:

1997-2002-Licenciatura em Relações Internacionais–Universidade Lusíada.
1996 - 12º Ano na área de Humanidades - média final de 12 valores, Esc. Secundária do Lumiar

Habilitações Extra-Curriculares:

Línguas
Inglês - média final de 15 valores, Esc. Secundária do Lumiar
- média final de 16 valores – Técnicas de Tradução
Françês - média final de 11 valores, Esc. Secundária do Lumiar
- média final de 13 valores –Técnicas de Tradução
Informática

Conhecimentos na óptica do utilizador de
- Windows
- Word
- Excel
- Powerpoint
- Publisher
- Internet Explorer
- Outlook Express

Experiência Profissional:

Portugal Telecom

2008 - Direcção Comercial SAPO - Publicidade (S.E.M e Adsense)

2004 - Equipa de Suporte de Serviços do Portal SAPO

2003 – Unidade de tratamento/análise de Email´s – Suporte Técnico ADSL/DIAL UP – PTM.com
2002 – Linha de Suporte Técnico Telepac DIAL UP - PTM.com

Sarriópapel - Distribuição - Portugal, Lda
2000 - Catalogação de Produtos -Dpt. de Papeis Pintados
1999 - Orçamentação de Vendas - Dpt Comercial
1997 - Reconciliações Bancárias -Dpt. Contabilidade
- Inserção em base de dados de Produtos - Dpt. Marketing
- Arquivo Geral - Economato

Outras Actividades:

Voluntariado
- Dirigente do Corpo Nacional de Escutas
- Banco Alimentar contra a Fome - Campanha de Recolha de Alimentos
- Dador Benévolo de Sangue

Hobbies
- Aquarofilia
- Modelismo Aeronáutico

- Geocaching

Garfo e Faca

Nome: Marisqueira César
Esta Marisqueira, com largos anos de história localiza-se na N247, que liga Sintra à Ericeira. Junto ao Camping da Ericeira, dispõe de um parque de estacionamento generoso, por isso estacionar não será dificil.As salas são amplas e decoradas com motivos maritimos ou não fosse o restaurante uma marisqueira, junto ao mar!A couvert abre desde logo o apetite, com paté de marisco e um mini-prato com os famosos percebes e camarão de tamanho médio.O menu oferece pratos de carne e peixe. Contudo ir ao César e não pedir marisco...Pessoalmente a minha escolha recai sobre a "Mariscada à César" com um pouco de tudo. Da lagosta ao caranguejo, passando pelo mexilhão, ameijoa, camarão cozido e muito mais. Tudo acompanha por arroz branco. Para duas pessoas por pouco mais de 30€, é uma excelente escolha!Para acompanhar, nada melhor que um Mateus Rosé ou em alternativa um Casal Garcia. A carta de vinhos oferece outras soluções para diversos níveis de preços. Tudo isto sem esquecer as imperiais bem frescas! Ao nível das sobremesas, o habitual. Tudo depende do gosto de cada um.
Contudo se pretender apenas "petiscar", as minhas sugestões são as "Gambas à Guilho" ou então "Mexilhão de Cebolada". Simplemente excelente. Ficou por provar, a "Ameijoa à Bulhão Pato".
Do petisco à mariscada, com bebidas, sobremesa e café, o banquete poderá ir dos 20€ aos 50€. Tudo depende dos apetites e das carteiras!

Geocaching

O Geocaching é um passatempo e desporto de ar livre no qual se utiliza um receptor de navegação por satélite (por enquanto apenas Sistema de Posicionamento Global - GPS) para encontrar uma "geocache" (ou simplesmente "cache") colocada em qualquer local do mundo.

Uma cache típica é uma pequena caixa (ou tupperware), fechada e à prova de água, que contém um livro de registo e alguns objectos, como canetas, moedas para troca.

A actividade de geocaching tornou-se possível devido ao fim da imposição da degradação do sinal do sistema GPS denominado Selective Availability em 1 de Maio de 2000.

A primeira colocação de uma cache com auxílio de GPS ocorreu em 3 de Maio de 2000 por Dave Ulmer. A localização foi anunciada no newsgroup sci.geo.satellite-nav. Três dias depois tinha sido encontrada duas vezes e registada uma vez.

O Geocaching tornou-se então popular, com um significativo crescimento em todo o mundo. Em 29 de Novembro de 2009 contavam-se 948 950 caches activas em 221 países. Em 31 de Dezembro de 2010 contavam-se 1 265 747 caches activas em 221 países. O que regista um aumento de 316 797 caches em pouco mais de um ano.

Todos estes números são anunciados no maior site dedicado ao jogo, o geocaching.com,[1] embora existam outras páginas dedicadas ao jogo, mas com muito menor número de registos.

Geocacher é o termo usado para quem participa nesta actividade lúdica.

Participo neste grande jogo global com o login geocacher mig_jer

Quem ainda não conhece, não sabe o que está a perder!

Visite já Geocaching.com e registe-se para dar inicio à aventura.

 

Geocaches - O que é?

Numa cache tradicional, um geocacher coloca um livro de registos, caneta ou lápis e os pequenos tesouros, num saco à prova de água, e depois anota as coordenadas WGS84 (latitude e longitude) da cache.

Estas, em conjunto com outra informação sobre o local do esconderijo, são publicadas na Internet. Os outros geocachers, os descobridores, lêem essa página e, com receptores GPS, procuram-na. Quando o conseguem, registam o achado na mesma página. Os Geocachers são livres de colocar ou retirar objectos da cache, normalmente por troca de coisas de pequeno valor, de modo a haver sempre qualquer recordação para trazer.

Algumas caches contêm o que se chama de "travel bugs" ou "geocoins" - objectos que se deverão mover de cache em cache, e cujos percursos são registados online.

Algumas variações:

  • Micro-cache: pequena caixa onde quase só cabe o livro de registo - as mais comuns são caixas de rolo fotográfico 35mm.
  • Multi-cache: necessita de uma visita a um ou mais pontos intermédios para determinar as coordenadas da cache final.
  • Cache-mistério: necessita que o geocacher resolva um puzzle para encontrá-la.
  • Cache-evento: um encontro de geocachers.
  • Virtual: local a visitar sem caixas escondidas mas que supostamente deve ter algo bonito ou interessante. A visita terá que ser provada através da revelação de algo que garanta que o geocacher esteve presente.

 

Geocaching - É um desporto?

Muita gente, incluindo os geocachers, tem dúvidas em classificar o geocaching. Existem várias interpretações: desporto, caça, jogo, atividade ou apenas uma razão para dar uns passeios.

O certo é que o geocaching pode obrigar a um esforço físico significativo dependendo da localização da geocache escondida, podendo exigir equipamento especial (material técnico de escalada, ou de mergulho, por exemplo).

Mesmo assim, não deixa de ser acessível a todos. As geocaches são classificadas de 1 a 5 consoante o seu nível de dificuldade (esforço total necessário para a encontrar) e igualmente de 1 a 5 consoante a complexidade do terreno e do acesso ao local específico. O grau de dificuldade varia grandemente, havendo desde caches escondidas em parques públicos, monumentos, cidades até altas montanhas, desertos e mesmo na Antárctida.

Deste modo cabe a cada um, decidir o tipo de cache que mais se adequada à sua condição física e ao tempo que pretende despender, pois existem cache que podem demoram 3 minutos a encontrar e outras que chegam a demorar horas.

Escutismo - Percurso Pessoal

O meu percurso no Escutismo, nomeadamente no CNE - Corpo Nacional de Escutas iniciou-se em Outubro de 1992, na Paróquia de S. Jorge de Arroios, no Agrupamento 43, tinha eu 15 anos. 

Tendo em conta a idade integrei o Grupo Pioneiro nº36 desempenhando os seguintes cargos na Equipa em que fui incluído: 

- Ano Escutista de 92/93 - Guarda de Material

- Ano Escutista de 93/94 - Sub-Guia de Equipa

- Ano Escutista de 94/95 - Guia de Equipa

Aos 18 anos passei para IV Secção - os Caminheiros, no Clan 1 desempenhando os seguintes cargos na Equipa em que fui incluído:

- Ano Escutista de 95/96 - Guarda de Material

- Ano Escutista de 96/97 - Chefe-Adjunto de Equipa

Após este período interrompi as actividades no Agrupamento.

- O regresso ao activo ocorreu no Ano de 98/99 onde fui convidado a fazer parte da Equipa de Animação da III Secção, onde meses mais tarde fui nomeado como Adjunto do Chefe de Unidade.

- Ano Escutista de 99/2000 - Frequentei o CIP - curso de formação para Dirigentes do CNE e fui nomeado Ch. Adjunto de Unidade

- No ano escutista seguinte interrompi novamente actividade, regressando ao activo novamente no ano escutista de 2003/2004 com a função de Instrutor na Equipa de Animação do Grupo Pioneiro 36.

No final do ano escutista de 2003/2004 deixei de pertencer ao efectivo do Agrupamento 43 de Arroios.

Após um ano e meio de paragem fui convidado a participar no cimentar de um novo projecto. A filiação do Agrupamento da Paróquia da Portela.

- Em Setembro de 2005 regresso ao activo no efectivo do Agrupamento em Formação da Portela onde desempenhei as seguintes funções:

- Ano Escutista de 2005/2006 ( Outubro a Dezembro) - Ch. Adjunto de Grupo Explorador (153), sendo o Agrupamento filiado em Novembro de 2005 com o número 1287.

- Ano Escutista de 2005/2006 (Janeiro a Julho) - Chefe de Unidade (Grupo Pioneiro 142)

- Ano Escutista de 2006/2007 - Chefe de Unidade (Grupo Pioneiro 142)

- Ano Escutista de 2007/2008 - Chefe de Unidade (Grupo Pioneiro 142)

- Ano Escutista de 2008/2009 - Chefe de Unidade (Grupo Pioneiro 142)

- Ano Escutista de 2011/2012 - Chefe de Clan Adjunto (Clan 112)

Creio ficar por aqui o meu percurso no movimento.

 

 

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